PÓ DE ROCHAS

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PÓ DE ROCHAS

Mensagem por Rogerio Silva em Dom Dez 02, 2012 2:41 pm

BIOMINERALIZAÇÃO COM RESÍDUOS DE ROCHAS.
Não é correto dar-lhe ao pó de rochas o qualificativo de “adubo”, já que este é superior aos assim chamados adubos pelo fato de que restabelece as condições naturais para o crescimento dos cultivos, enquanto que os adubos só apresentam uma ajuda artificial e com ele, são só una medida paliativa. O caso, entendendo-o na sua totalidade, é o seguinte:
No início as plantas cresciam em um solo formado da desintegração do material das montanhas sem nenhum tipo de aditivo artificial. O ácido carbônico do ar combinado com os
constituintes básicos Potássio, Sódio, Cálcio, Magnésio, Ferro e Manganês, que se encontravam combinados em material rochoso desintegrado com ácido silícico, Alumínio,
Enxofre, Fósforo, Cloro e Flúor, e com a cooperação da umidade e a operação do calor e a luz solar, ocasionou a geração de tecido celular vegetal. As substâncias gasosas, ácido carbônico
(dióxido de carbono), vapor de água e o Nitrogênio do ar adquirem a firme forma do tecido celular vegetal e da proteína vegetal unicamente graças à estrutura básica de Potássio, Sódio,
Cálcio e Magnésio, sem os quais nenhuma raiz, caule, folha ou fruta se encontrou; já seja que queimemos as folhas do bordo ou da faia, as raízes do caruru ou do salso , os grãos do centeio, ou já seja madeira, palha ou linho, pêras, cerejas ou sementes de nabo, sempre fica um resíduo de cinzas, as quais em variadas proporções consistem em Potássio, Sódio, Cálcio,
Magnésio, Ferro, Manganês, ácido fosfórico, ácido sulfúrico, Flúor, e Silício. Com respeito ao Nitrogênio, que se forma com o vapor de água na presença do Ferro – o qual se encontra presente em todo os solos, – se transforma de acordo à fórmula N2H6O3FE2 = N2H6FE2O3 (todo óxido de Ferro que se forma com o sereno da noite a partir do Ferro metálico FE2O3, contém amoníaco, como o demonstrou Eilard Mitscherlich). A solidificação do tecido celular a partir do ácido carbônico e a água é melhor entendido comparando com o processo de formação do sabão sólido, ao combinar azeite com Sódio, Potássio, Cálcio ou qualquer outra substância básica, por exemplo, óxido de Chumbo, Mercúrio ou Ferro. O amoníaco também forma sabão junto com azeite oxidado, ácido oleico. Dificilmente podemos encontrar uma melhor
comparação para explicar a solidificação dos vapores atmosféricos (ácido carbônico, água, Nitrogênio e Oxigênio) em combinação com as substâncias terrestres ou em substituição destas últimas por amoníaco e substância vegetal, como a encontramos por um lado neste processo de formação do sabão, e pelo outro, em substâncias do azeite que é a base do sabão. A produção da substância do azeite consiste em que as substâncias combustíveis
(hidrocarbonetos) geram-se a partir de substâncias já consumidas (ácido carbônico e água), e isto caracteriza o aspecto principal da natureza universal vegetativa das plantas. Uma vela de
estearina acesa transforma-se em ácido carbônico em estado gasoso e vapor de água, mas esses produtos aeriformes, em combinações com terras, novamente são transformados em
madeira combustível, açúcar, amido e azeite, graças a ação do solo. Em qualquer lugar onde entre nova terra em atividade, como ao pé das montanhas, pode se encontrar um vigoroso
crescimento de plantas, especialmente quando o ácido carbônico em abundância se adere às Rochas como acontece nas regiões da Jura. A estrada entre Basiléia e Biel é muito instrutiva a
esse respeito. Ao contrario, se viu que nas regiões muito densamente povoadas como, por exemplo, na China e Japão, depois de cultivarem durante vários milhares de anos, a terra,
esgotada dos materiais que formam as células, se voltam novamente a produzir tantas plantas nutritivas como as necessitadas pelo homem e animais para seu sustento; entretanto, como se viu que o alimento que tem sido consumido,
enquanto não seja usado na formação de linfa e sangue, deixa o corpo através do canal digestivo ainda que quimicamente desintegrado e apodrecido, produz nova vegetação, quando é levado aos campos e misturado com terra. Na China, recolhem com grande cuidado não só qualquer coisa que passou pelo canal intestinal; também o produto das substâncias corporais que foram queimadas pela respiração, que é eliminado na secreção dos rins e que também gera novas formações. O alimento, o vestido e o
abrigo são os requerimentos fundamentais que carece qualquer pessoa sobre a terra, e estes são adquiridos por quem tenha membros sãos. Nos músculos de nossos braços, possuímos a
magia das fadas que nos permite dizer: “À mesa!”, pois o trabalho sempre tem sua recompensa. É óbvio, que, se as pessoas são o bastante tontas para deixar os lugares onde os
músculos de seus braços têm uma demanda e são remunerados; se abandonam a fonte de todas as riquezas sobre a terra: a agricultura, e se vão a onde seus braços não têm nenhum
valor, porque muitos outros que já estão empregados estão esperando por um trabalho, então a angústia, a falta de alimento, de vestido e de abrigo deverão dar a oportunidade de reconsiderar e regressar, voltando a uma vida no campo, o qual é continuamente abandonado por sus habitantes.
Uma ou outra: Que se reponha o campo com novo solo em estado virgem, ou, que se restabeleçam os nutrientes consumidos nele. Onde a segunda não se realizou, como é o caso dos primeiros colonizadores europeus na América, os cultivos diminuíram e os colonos foram deslocados do Leste para o Oeste, com o fim de cultivar suficientes cereais naqueles solos até então virgens, para exportá-los à Europa. Agora eles se deram conta na América que não podem continuar dessa maneira, visto que não ficam terras sem proprietários as quais eles possam emigrar livremente.
Entretanto, quais são nossas circunstâncias na Alemanha com respeito a isto? Depois que o solo não produzisse mais apesar de uma aração profunda, o círculo instituído na China foi também posta em prática; eles se deram conta de que o esterco sólido e líquido dos animais domésticos ao ser posto sobre o campo produzia um novo crescimento e começou a ser valorizado. Com a ajuda dele os campos se conservaram férteis, apesar de que isto foi uma mera ilusão. Esta prática familiarizou entre nós por vários séculos, tanto que nos tempos de nossos bisavós estavam na moda dizer: “onde não haja esterco, nada crescerá”. Assim, com o
tempo, o que era só um ditado, converteu-se na regra geral. Como consequência, deste costume veio o seguinte: com o fim de conseguir uma grande quantidade de esterco, deve-se
ter tanto gado como seja possível. Com isto se passou por alto que o gado requeria tanta terra para sua alimentação e que a terra empregada desta maneira não se poderia usar para cultivar
grãos, de tal forma que, em uma economia tal, o trabalho no campo se eliminaria para beneficio dos animais e não do homem. Entretanto, finalmente os cultivadores pensantes que
levavam bem suas contas tiveram que chegar à conclusão de que a cria de gado só era rentável nas regiões montanhosas ou em regiões como as pastagens de Holstein, os quais sempre estão férteis devido ao contínuo arraste de nutrientes provenientes das rochas de Geest.
Só posso concluir a partir disto: Como disse anteriormente, o esterco tinha sido reconhecido como o multiplicador da fertilidade e era considerado como a condição natural “sine qua non”
para o crescimento dos cultivos, apesar de que isto não estava baseado na Ordem natural, senão que era um artifício. uma vez estabelecida a regra de que o artificial fosse normal, não
nos deve surpreender que, quando o esterco de estábulo já não era suficiente, algumas pessoas recomendaram adubos artificiais. Como estas pessoas tinham aparência de sábios, os proprietários de grandes extensões caíram na sua lábia –ainda mais que os simples camponeses – e junto com eles, a produção agrícola nas regiões planas, finalmente teve que ser fechada por um tempo.
Facilmente se pode observar que nem os bois nem as vacas, sem importar que tão alto fora seu custo, exigiam salário algum para produzir esterco. Ocorria diferente com os químicos e os comerciantes de adubo artificial. A eles não lhes bastava obter seu próprio alimento, senão que também desejavam, a partir dos ganhos produzidos por seus negócios, educar seus filhos,
construir seus armazéns, pagar seus agentes de viagens e incrementar seu capital. Este negócio, como todos aqueles que cobrem as necessidades, foi tão lucrativo que uma das
maiores empresas comerciantes de adubos artificiais em pouco tempo havia feito milhões, os quais haviam sido pagos pelos camponeses que não recebiam seu equivalente, pois a pesar
do emprego mais enérgico de adubos artificiais, os cultivos diminuíram progressivamente.
Poderia ser de outro modo? As plantas necessitam de Manganês, Enxofre, Fósforo e Flúor, e nos fertilizantes artificiais só recebiam um NPK como nutrientes.
As consequências surgiram primeiro nas frequentes bancarrotas dos agricultores. Além disto, os fertilizantes nitrogenados na forma de Salitre do Chile, haviam causado uma predominância de doenças no gado: que haviam encontrado lebres e veados mortos em diversos lugares que haviam sido fertilizados com Salitre do Chile o li pelo menos em vinte jornais e isto também me foi contado por testemunhas oculares. Assim como sucedeu em
campo aberto, também se deu nos estábulos. E é que nenhuma substância do corpo animal pode se formar a partir de forragem adubada com Nitrogênio, especialmente, nenhuma leite
integral iguala a daquelas vacas que se alimentam com ervas das montanhas.
Não necessita ser calculado o tamanho do dano para a saúde de homens e animais causado pelo esterco de estábulo. O leite produzido a partir de plantas com conteúdo amoniacal, abriu o caminho pelo qual se precipitou o espírito destrutivo da difteria, que junto al sarampo, escarlatina, escrófula, a pneumonia etc., tornaram-se presenças normais nos campos alemães que antes eram fortes como ursos. O adubo artificial finalmente ganhou a
coroa nesta onda de destruição.
Como ocorreu isto? Muito simples. Liebig, que foi o primeiro químico agrícola, descobriu que as cinzas que ficavam dos grãos consistiam principalmente em fosfato de Potássio. A partir
disto concluiu que o fosfato de Potássio devia ser devolvido à terra; esta apreciação não foi o suficientemente profunda. Liebig havia esquecido de levar em consideração a palha, na qual só
se encontram pequenas quantidades de ácido fosfórico, que durante o processo de maduração passa do caule aos grãos. Se ele tivesse calculado não somente o conteúdo nas sementes, senão também o das raízes e os caules, haveria encontrado o que hoje em dia sabemos: que em todas as plantas há tanto Cálcio e Magnésio como Potássio e Sódio, e que o ácido fosfórico só equivale à décima parte da soma destes constituintes básicos.
Desafortunadamente Liebig também opinava que o Potássio e o ácido fosfórico como tais, também devem ser restaurados ao solo, enquanto que qualquer outra pessoa haveria concluído que em substituição ao gasto pelo solo, devemos subministrar novo solo no qual nada tenha crescido. Este solo de força primitiva podemos conseguir ao pulverizá-lo com rochas, nas quais se encontram combinados Potássio, Sódio, Magnésio, Manganês e Ferro com Silício, Alumínio, ácido fosfórico, Flúor e Enxofre. Entre estas substâncias, o Flúor, que se encontra em todos os minerais de mica, foi descuidado por Liebig e por todos seus seguidores e nunca foi incorporado em nenhum adubo artificial. Entretanto, soubemos por investigações recentes que o Flúor encontra-se regularmente na clara e gema dos ovos e devemos reconhecer que é algo essencial para o organismo. As galinhas tomam este Flúor junto com outros minerais quando ao pisotear, recolhem pequenas partículas de granito; quando isto é impedido, como sucede nos galinheiros de madeira, facilmente sofrem de
como cólera e difteria.

Rogerio Silva
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Re: PÓ DE ROCHAS

Mensagem por José Batista em Qua Dez 19, 2012 8:40 am

ola:
tem que especificar: preço por quantidade.
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